Sobre viver em dias severos

Trump et son copain dans le Championnat du monde

Imagem minha, Badoka parque

Chegados practicamente ao fim, este Mundial foi como alguns de má memória, não tanto pela fraca presença da equipa lusa, até porque não foi a única que deixou a desejar, mas por algumas polémicas no conjunto de actores.
E, como era de esperar, a imiscuência de Trump nas regras do jogo com a exigência aceite por Infantino, outro joguete a lembrar os "áureos" tempos de Blatter e de Platini, da despenalização do vermelho a Folarin Balogun, visto frente à Bósnia.
Fossem essas, no entanto, as únicas peripécias que colocaram este Mundial no patamar das fantochadas e tudo seria um tremendo sucesso.
Tão avassalador em todas as vertentes que exigiam dos "States" mão firme e olho vivo, que o homem (brinca com a coisa) e quer que os Estados Unidos sejam os hospitaleiros de outra prova. E, como o amigo Gianni sugeriu, um dos coorganizadores fosse a China.
Atente-se ainda a propósito que o "génio" que em 2017 anunciou a retirada de toda a sua participação no Acordo de Paris sobre mudanças climáticas, é a mesma personalidade que quer impôr agora taxas (tudo se resolve a taxar) ao Canadá, duramente atingido por incêndios, que estão a causar no país "dele", má qualidade do ar...
São uns líricos!
Infelizmente não existe forma de taxar a imbecilidade nem o comportamento imoral, o que é realmente um mal universal.

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