"Não empatámos. Ganhámos por 1-0". Foi visto por todos e comentado por especialistas o critério da arbitragem que contribuiu para o desfecho do jogo.
Ontem: como Inácio acertou finalmente com a baliza adversária, Debast e Quaresma resolveram chamar a si o protagonismo, contribuindo para que o Arouca, um clube que costuma olhar de frente o adversário, se galvanizasse para pontuar.
Não entendi ainda o que se passa com alguns jogadores do Sporting. Se entram para prejudicar a equipa, mais vale ficarem sentadinhos no banco. Rui Borges não é o único culpado pelos últimos desaires.
Talvez esteja a ser bom demais assumindo para si a culpa total do que alguns elementos simplesmente resolvem "inventar" dentro de campo e isso também não ajuda. Há que responsabilizar quem os comete pelos fiascos da equipa.
Se estamos a jogar a alto nível numa equipa grande em que falhar é proibido, então não se dê espaço para a falha nem se passe a mão na cabeça de quem entra em campo sem estar concentrado ou ali para ajudar a equipa.
"Mandaram-se embora" Bragança, que faz imensa falta, e Pote, porque já não demonstravam ambição e se tinham acomodado. Afinal parece que "havia outros". O que é de lamentar!
Porque desmanchar a equipa toda também não me parece, na minha fraca sabedoria, atitude muito benéfica. Enfim!
Seis pontos já lá vão. Quatro que cedemos, dois que nos obrigaram a oferecer. E ainda a "procissão vai no adro". No entanto, é assim que muitas das vezes se resolvem campeonatos.
Estávamos num caminho de glória como há muito os sportinguistas não viviam e, de repente, algo sucede que leva as figuras mais valiosas do clube a sair, nem sempre por valores adequados.
E embora tenhamos que confiar que os jogadores qualificados que entraram e os que se mantiveram possam inverter esta "onda" de maus resultados, não podemos depender sempre do mesmo.
Até porque no mercado de inverno ninguém nos afiança que ele, ou outros, permaneçam em Alvalade.