Fotografia minha, passadeira vermelha
Ficou-me atravessado na altura e até hoje tenho como indevida e indesejável a substituição na liderança de Marco Silva, no Sporting, na época 2014/2015, onde acabou por conquistar a Taça de Portugal, vindo a ser despedido logo a seguir com "justa causa"; era, "de má memória", Bruno de Carvalho o "maioral" de Alvalade, sucedendo-lhe Jorge Jesus.
E todos sabemos o que aconteceu depois! O tormento que foi recuperar depois da abjecta invasão da Academia Leonina.
Marco Silva, na minha humilde opinião, por todas as equipas por onde passou sempre deixou a sua marca; salvo uma ou duas épocas menos conseguidas, aqui ou ali, foi e é uma pessoa com visão e poder de liderança.
Alguém directo e correcto. O que me levou e leva a concluir que na altura dispensá-lo foi um erro.
Adiante...
Fossem também, ou não, esta espécie de "avanços e retrocessos", um ou outro "equívoco", a vontade de Palhinha era voltar a Portugal e inicialmente regressar ao Sporting.
Mas... João Palhinha, "uma vez descartado" pelos "Leões" e perante o convite de um treinador que bem o conhecia, com a proposta "razoável" do clube da Luz a permitir-lhe voltar. Bem como, ao que consta, a "simpatia" pelo Benfica, de que é sócio desde 2005, aí está!
A contratação mais badalada do mercado nacional.
Assim, mas não só, se contam também as histórias de Marco, Ruben e de João, três homens íntegros, líderes natos a quem um dia, entre outros, tivemos o privilégio de aplaudir, após nos terem dado grandes alegrias!