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Quer-me parecer, não sendo entendida na matéria ao ponto de poder parecer-me alguma coisa, que a campanha da nossa selecção e que me engane — vai retumbar noutro flop.
Se chamar à equipa os mesmos, porque "já batidos", darão mais segurança que os jovens prodígios que os vários clubes têm e que podiam, aos poucos, com os mais velhos, ir refrescando a selecção e aprendendo com eles, não é boa ideia; trazer na bagagem jogadores que se sabe estarem lesionados, exaustos ou "desinteressados", como me parece Nuno Mendes, um excelente jogador mas que — fê-lo agora e já o fizera no Mundial — quando "lhe dá na telha", peço desculpa: por "desconforto muscular", pede para sair e sai, desistindo de ajudar a equipa.
Vitinha, que, perdoem-me se a minha visão já não é a melhor, mas... enfim!
Nem vou explorar a vertente de que no Paris Saint-Germain se esfalfam, superam em tudo e na portuguesa, é o que se vê.
Dizia alguém, creio que norueguês, que: "Portugal tem os melhores jogadores do mundo mas, por qualquer motivo, não se conjugam", alcançando o esperado deles.
Tem-se em Jorge Jesus — terão alguns — o "number one", o ideal, que inverterá o caminho do "quanto basta", ou dos "serviços mínimos", até agora, que a selecção portuguesa tem apresentado e parece chegar-nos. Temos em Martinez um dos menos apelativos treinadores que por cá passaram. Temos desculpas, compreensão, união, vontade de chegar mais longe, há tantos, tantos anos.
E... porque temos o melhor jogador do mundo, é motivo de orgulho mais que suficiente. Valendo por todos os troféus a que vamos passando ao lado.